Setembro 21, 2020

Sonho da Teresa

sonho da teresa
Fotografia: Fernando Amaral/Comerciantes.pt

Há negócios com nome literais, e depois há o Sonho da Teresa. A papelaria de Teresa Ladeira chamou-se, em tempo, Papelaria Volga, e era onde, ainda criança, ia comprar cadernos para a escola e sonhar com, um dia, ser a dona do negócio. Assim foi: quando uma pessoa amiga lhe disse que os donos da Volga queriam trespassar a papelaria, Teresa soube logo que tinha chegado a altura de transformar o sonho em realidade.

Leia ainda: O negócio de família que atravessou gerações até chegar às mãos de Sofia

Quando ficou com a loja em Campo de Ourique, conta Teresa, “aquilo já não era bem uma papelaria.” Soube desde início que queria levar para ali coisas novas e diferentes, como brinquedos ou postais de todos os tamanhos e feitios, para devolver à papelaria alguma da glória do antigamente. O plano funcionou, e continua a funcionar durante os quase 20 anos decorridos, com clientes fiéis que diariamente ali passam para comprar o jornal e outros artigos. “Os clientes são nossos amigos, quase família”, explica Teresa. Não é de estranhar. Teresa nasceu e sempre viveu no bairro, na zona do Mercado de Campo de Ourique, onde a mãe, Aurora, vende fruta na sua banca há 68 anos. Continue a ler este artigo no site Comerciantes.pt.

 

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Há negócios com nome literais, e depois há o Sonho da Teresa. A papelaria de Teresa Ladeira chamou-se, em tempo, Papelaria Volga, e era onde, ainda criança, ia comprar cadernos para a escola e sonhar com, um dia, ser a dona do negócio. Assim foi: quando uma pessoa amiga lhe disse que os donos da Volga queriam trespassar a papelaria, Teresa soube logo que tinha chegado a altura de transformar o sonho em realidade. Quando ficou com a loja em Campo de Ourique, conta Teresa, “aquilo já não era bem uma papelaria.” Soube desde início que queria levar para ali coisas novas e diferentes, como brinquedos ou postais de todos os tamanhos e feitios, para devolver à papelaria alguma da glória do antigamente. O plano funcionou, e continua a funcionar durante os quase 20 anos decorridos, com clientes fiéis que diariamente ali passam para comprar o jornal e outros artigos. “Os clientes são nossos amigos, quase família”, explica Teresa. Não é de estranhar. Teresa nasceu e sempre viveu no bairro, na zona do Mercado de Campo de Ourique, onde a mãe, Aurora, vende fruta na sua banca há 68 anos. Ambas trabalham de domingo a domingo, apenas com “uma pequena folga” ao domingo à tarde. Toda a gente as conhece, e esta familiaridade tornou-se ainda mais evidente em altura de pandemia, durante a qual mantiveram os negócios abertos para que os clientes pudessem continuar a comprar tudo o que precisassem. Continuar a ler em comerciantes.pt

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